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Postado em: 21/09/2022 às 08:17
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Investigação mostra como quadrilha agiu antes de tentativa de mega-assalto em Guarapuava

Carros usados no ataque começaram a ser preparados dias antes, diz Sesp. Rastros de DNA ajudaram a localizar criminosos. Nesta terça-feira (20) operação prendeu 17 suspeitos do crime.


Foto: G1

A Secretaria de Segurança Pública do Paraná divulgou nesta terça-feira (20) informações sobre como a quadrilha que tentou realizar um mega-assalto em Guarapuava na região central do estado, agiu dias antes do crime.

Há cerca de cinco meses policiais do Paraná e de São Paulo investigam o caso e, nesta terça, uma operação prendeu 17 suspeitos do crime. Armas e munições também foram apreendidas.

A quadrilha é suspeita de roubar bancos e transportadoras de valores em cidades do Sul e Sudeste do país, agindo sempre com muita violência.

De acordo com a polícia, no Paraná, além de Guarapuava, os alvos da operação são suspeitos de participar de roubos em Campina Grande do Sul, Cerro Azul, Lapa e Quitandinha.

As investigações apontam como a quadrilha agiu antes da tentativa de assalto em Guarapuava. Veja:

 

  • 8 e 9 de abril: criminosos prepararam os carros e caminhões usados no crime que foram trazidos do estado de São Paulo;
  • 10, 11 e 12 de abril: veículos foram levados para São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. nesse período, segundo as investigações, os integrantes da quadrilha viajaram várias vezes de lá pra Guarapuava.
  • 17 de abril, dia do crime: a quadrilha se dividiu em dois comboios. O primeiro saiu bem cedo, em três carros e três caminhões, e foi para a cidade pela BR-277. O segundo comboio saiu entre 16h e 20h, pela BR-476, passando pela cidade da Lapa, levando todo o armamento pesado. Segundo a secretaria, os bandidos fizeram uma parada em Inácio Martins para se organizar. Depois, foram em direção à Guarapuava e começaram a ação criminosa perto das 22h.
  • Bandidos deixaram rastros de DNA

     

    Desde o dia do crime a polícia trabalha para encontrar os suspeitos. A perícia foi fundamental no processo, segundo a Sesp.

    Fragmentos de DNA encontrados nos carros e armas abandonados pelos bandidos durante a fuga foram analisados, e as informações cruzadas com o banco de dados de outros estados.

    A polícia afirma que as redes sociais também ajudaram a chegar aos suspeitos. As investigações apontaram que eles compravam itens de luxo, faziam viagens, bancavam procedimentos estéticos e ostentavam riqueza com o dinheiro do crime.

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