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Postado em: 21/09/2022 às 16:50
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Hospital Pequeno Príncipe adia cirurgias e HC diz que greve é por tempo indeterminado

Profissionais de saúde se concentraram em frente aos hospitais contra a suspensão do piso salarial da enfermagem


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O Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, anunciou que cerca de 45 cirurgias eletivas foram adiadas entre esta terça (20) e a quarta-feira (21). Segundo a entidade, a adesão à greve nacional dos enfermeiros foi de 50% no Centro Cirúrgico da unidade. No restante do hospital, a adesão foi de 26%, conforme nota do Pequeno Príncipe. No Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), os funcionários afirmaram que estão paralisados por tempo indeterminado.

Nesta quarta-feira, profissionais de saúde se concentraram em frente aos hospitais contra a suspensão do piso salarial da enfermagem. Segundo o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde em Curitiba e Região (Sindesc), as manifestações acontecem nas seguintes unidades: Hospital Evangélico, Hospital Pequeno Príncipe, Hospital Nossa Senhora das Graças, Santa Casa de Curitiba, Hospital Cajuru e Marcelino Champagnat, Hospital Santa Cruz, Hospital do Rocio, Hospital do Trabalhador, Hospital Zilda Arns, Hospital São Vicente, Hospital Cruz Vermelha e Hospital Angelina Caron.

O Hospital das Clínicas informou, através da Ebserh, que administra a unidade, que uma comissão trabalha para avaliação, período a período, dos impactos em seu quadro de profissionais, que as cirurgias de emergência e eletivas continuam sendo realizadas e que os serviços essenciais foram mantidos.

O Hospital Nossa Senhora das Graças comunicou que a instituição está se organizando internamente com uma média de 75% do quadro da enfermagem.

A presidente do Sindesc, Isabel Cristina Gonçalves, afirmou que 30% dos profissionais não devem aderir à paralisação, para garantir o funcionamento dos hospitais. A princípio, a greve é por 24 horas, mas pode ser estendida por tempo indeterminado em outras instituições, assim como acontece no Hospital das Clínicas.

Segundo o sindicato, todos os estabelecimentos de serviços de saúde que tenham trabalhadores da enfermagem que decidirem cruzar os braços vão se organizar manter o percentual estabelecido e se dirigir aos piquetes principais.

Fonte:RicMaisNoticias

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