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Tiago Almeida

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Recados do programa: Boletim de Ocorrência

Bom Dia Tiago manda um alo pra minha familha ai de laranjeiras e de nova laranjeiras. Edenilson Antonio Cofroski de Primavera do Leste MATO GROSSO.

Por Edenilson Cofroski em 03/07/2020 às 08:41h
Programa Manhã 103

boa noite luizinho luciano Microlan https://www.youtube.com/watch?v=Ozmoe6hSBzo

Por Luciano de Carvalho Polonio em 01/07/2020 às 19:33h
Programa Ferro Velho

Bom dia Sr. Toca a música Lobisomem do Arvoredo do Mano Lima , oferecendo pro Vereador de virmond Cleomar Demétrio (POCA), todinho, e o Felipe, do campo das crianças.

Por Felipe Guilherme Zimermann em 28/06/2020 às 09:16h
Programa Bolicho do Galizé

MANDE UM ABRAÇO PRA MEUS PAIS NO RIO BANANAS SEU DAURI E DONA MARIA BONFIM SUA FAN NUMERO UM SOU A ZERLI DE CASCAVEL

Por Zerli Quadros em 25/06/2020 às 14:16h
Programa Tarde Sertaneja

BOM DIA THIAGO MANDA UM ALO PRA NOS AQUI DA ADE VEICULOS ESTAMOS NA ESCUTA

Por Ade Neneve em 19/06/2020 às 08:16h
Programa Manhã 103

Eai Tiago manda um alo pra nos ai...aqui da Coprossel!

Por Lucas Goes em 18/06/2020 às 08:35h
Programa Manhã 103

Bom dia Tiago . Wilson aqui do Iguaçu abraços

Por Wilson Aires em 18/06/2020 às 07:45h
Programa Manhã 103

Bom dia Tiago, manda um abraço aqui pra nós da Norte Topografia em Candói, estamos ligados na E103 abraço Charles Echer

Por Charles Echer em 17/06/2020 às 09:34h
Programa Manhã 103

To na escuta Zé aqui em Lençóis Paulista SP, manda um abraço pro meu povo que está na escuta la na Estância Baía, forte abraço.

Por Marcielo Ramalho em 14/06/2020 às 11:40h
Programa Prosa e Gaitaço

Aqui é o Mussum do Posto Shell de Chopinzinho, ... manda um cacildis pra galera que está acompanhando o programa

Por Posto Shell em 07/06/2020 às 10:44h
Programa Bolicho do Galizé

Bom dia, estamos aqui na Panificadora, iniciando os trabalhos

Por Moises Gandin em 06/06/2020 às 06:19h
Programa Festa na Roça

Boa tarde Exmo. Ver. e excelente radialista Antônio Cruz, parabéns pelo seu empenho no combate aos privilégios.

Por Odair Manfroi em 01/06/2020 às 13:39h
Programa Tarde Sertaneja

Boa tarde aqui é o silvio, neto do saudoso NEGO DA GAITA, sempre estamos na sintonia educadora, quero ouvir Loira querida do INDIO ARAGANO, um grande abraço a todos do Presidente vargas

Por Silvio Grind em 31/05/2020 às 13:02h
Programa Musica da 103

Boa tarde aqui é o silvio, neto do saudoso NEGO DA GAITA, sempre estamos na sintonia educadora, quero ouvir Loira querida do INDIO ARAGANO, um grande abraço a todos do Presidente vargas

Por Silvio Grind em 31/05/2020 às 12:57h
Programa Prosa e Gaitaço

Boa tarde aqui é o silvio, neto do saudoso NEGO DA GAITA, sempre estamos na sintonia educadora, quero ouvir Loira querida do INDIO ARAGANO, um grande abraço a todos do Presidente vargas

Por Silvio Grind em 31/05/2020 às 12:46h
Programa Prosa e Gaitaço

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Adapar e Embrapa orientam sobre o controle da cigarrinha do milho

Agronegócio

Em 10/03/2020 às 13:27 hrs

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As doenças interferem no crescimento e desenvolvimento das plantas, para o enchimento dos grãos e formação de espigas.

AdaparAdapar

Em 2019, o Paraná cultivou cerca de 2,6 milhões de hectares com a cultura do milho e obteve uma produção de 13 milhões de toneladas. Desse total, 3 milhões de toneladas foram destinados a mercados de outros países, fato que torna o Estado o segundo maior exportador do país. Os 10 milhões, de consumo interno, são utilizados para alimentação humana e animal, como um dos principais insumos na avicultura, suinocultura e bovinocultura. Tal cenário coloca o milho como a segunda principal cultura em importância econômica para o Paraná e, nesse contexto, perdas na produção do estado, por ataques das pragas e doenças, representam riscos indesejados que podem ser evitados ou amenizados quando adotado o manejo adequado da cultura.

Na região Oeste Paranaense, na safrinha de milho 2019, em algumas lavouras de milho ocorreram perdas significativas em sua produtividade devido a problemas fitossanitários. Tal fato tem preocupado agricultores, assistência técnica e a Defesa Agropecuária do Estado. Para averiguar a causa do problema, de tombamento e morte súbita de plantas, uma equipe da Embrapa Milho e Sorgo esteve nos municípios de Marechal Cândido Rondon e Mercedes. Nesses locais, em algumas lavouras de milho os pesquisadores observaram alta incidência da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) e sintomas típicos dos enfezamentos, além de tombamento e morte súbita de plantas.

Os enfezamentos, vermelho e pálido, são causados pelos microorganismos chamados espiroplasmas e fitoplasmas, respectivamente, os quais pertencem à classe Mollicutes. São doenças sistêmicas que infectam os tecidos do floema das plantas de milho, interferem no crescimento e desenvolvimento das plantas, reduzem a absorção de nutrientes e afetam os processos de translocação de fotoassimilados, para o enchimento dos grãos e formação de espigas. Favorecem ainda a infecção das plantas por fungos que causam podridão de colmo e comprometem a produtividade da cultura. A cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é considerada o principal vetor para a disseminação dessas doenças, assim, seu correto manejo da lavoura é fundamental para a mitigação dos danos causados pelos enfezamentos.

Para verificar a presença de tais pragas em lavouras no Oeste Paranaense, foram coletadas dezenove amostras de folhas de milho por pesquisadores da Embrapa e submetidas a exame laboratorial para análise molecular. Do total amostrado, onze amostras (57,9%) acusaram a presença de espiroplasma e não foi detectada a presença de fitoplasma.

A Adapar, da Unidade Regional de Toledo, passou a monitorar plantas infectadas com os espiroplasmas (molicutes) e presença da cigarrinha na região, safra de verão 2020. Em alguns cultivos foram observadas plantas de milho com sintomas típicos de enfezamento, amostras foliares destas plantas foram coletadas e encaminhadas para análise molecular no Centro de Diagnóstico Marcos Enrieti (Adapar) e para o Laboratório de Biologia Molecular da Embrapa Milho e Sorgo.

Foi observado pela fiscalização uma grande quantidade de plantas de milho invasoras (tiguera) em lavouras de soja na safra 2019/20. Para monitorar a presença de espiroplasmas (molicutes) em tais plantas, a Adapar realizou coletas de amostras em indivíduos com e sem sintomas de doença, para verificar se essas podem ser fonte de inóculo para o cultivo do milho safrinha 2020, as quais ainda estão em análise. A presença dessas plantas nas lavouras que antecedem o cultivo do milho é relatada como a principal forma de manutenção da praga e do seu vetor, as cigarrinhas. Dessa forma, a eliminação de plantas de milho invasoras em outros cultivos auxilia na redução de focos da doença.

A Adapar fiscalizou no primeiro trimestre de 2020 áreas de milho recém-semeadas com o objetivo de monitorar a presença de cigarrinhas, sendo constatada até o momento pequena população nos locais verificados.

O relato de problemas relacionados aos sintomas de enfezamentos na região Oeste Paranaense são recentes e até o momento ocorreu em áreas isoladas. Dessa forma, os produtores devem ficar atentos e realizar o manejo adequado para evitar a presença de cigarrinha do milho em sua propriedade e assim mitigar os danos causados pelos enfezamentos.

Neste contexto, a Adapar recomenda aos produtores da cultura do milho que busquem informações, sobre as pragas em questão, a identificação do seu vetor (transmissor) e a realização de monitoramento nas áreas com a cultura, visando auxiliar o diagnóstico por um profissional de agronomia e a necessidade de recomendação de controle. Vale lembrar que, caso seja recomendado o controle químico, o profissional deve prescrever agrotóxico cadastrado na Adapar e o agricultor utilizar o produto conforme prescrito no receituário agronômico, respeitando as recomendações de dose, cultura, praga e intervalo entre aplicações. Deve-se evitar uso irregular e desnecessário de agrotóxico, fato que pode acelerar a resistência das pragas, elevar o custo de produção e a contaminação ambiental. 

Recomendações para a safra de milho 2020

De acordo com a pesquisadora da Embrapa, Dra. Dagma Dionísia da Silva, em diferentes lavouras e híbridos foi possível observar variação na incidência e na severidade dos danos pelos enfezamentos. Observou-se ainda que cigarrinhas infectadas migraram de lavouras mais velhas para mais novas e transportaram a praga para plântulas sadias, no início do ciclo de desenvolvimento da cultura. Esse fato, associado às épocas de plantio e a fatores climáticos, provavelmente contribuiu para a incidência de enfezamentos na safra de milho 2018/19. Nesse período, a colheita antecipada de soja e a colheita regional de fumo proporcionaram a semeadura de milho no período de outubro a dezembro, favorecendo a criação de intensa “ponte verde” entre as lavouras e a transmissão da praga, aumentando a incidência de enfezamentos. Além do milho tiguera a cigarrinha pode utilizar plântulas de sorgo, de Braquiária ruziziensis e de milheto para abrigo e alimentação, sobrevivendo no sorgo e na braquiária por até três semanas e no milheto por até cinco semanas. Em áreas em que foi realizado o tratamento de sementes (TS) e pulverizações contra insetos na fase de inicial do cultivo, pode ter ocorrido redução na ocorrência da cigarrinha e, consequente, redução na incidência de enfezamentos.

São sugeridas algumas medidas preventivas para reduzir a ocorrência de enfezamentos na safrinha de milho 2020: 

Participar de reuniões técnicas para conhecer as questões fitossanitárias relacionadas à cultura do milho, bem como sobre a identificação da presença do inseto vetor (cigarrinhas), os sintomas das doenças nas plantas e sobre o manejo e as medidas preventivas para evitar a presença de cigarrinhas e pragas nas lavouras; 

Eliminar as tigueras/plantas invasoras de milho em outros cultivos, os quais permitem a sobrevivência e multiplicação da cigarrinha, Dalbulus maidis, e agem como fonte de inóculo para os enfezamentos (e outras doenças); 

Selecionar para o plantio, sementes de híbridos de milho com resistência aos enfezamentos, adaptados e recomendados para as épocas de plantio em cada região. Essa é a medida mais eficaz para manejo e convivência com o problema. Informações podem ser obtidas junto às empresas de produtoras de sementes e em publicações sobre o assunto; 

Evitar a semeadura de milho em datas variadas na mesma região, para evitar as ‘pontes verdes’. Atenção às áreas menores onde já existe histórico de ocorrência de cigarrinha e enfezamentos de forma a evitar que os plantios relizados fora de época proporcionem “ponte verde” no milho e, permitam que as populações de cigarrinha se concentrem nessas áreas; 

Monitorar a presença de cigarrinha nas lavouras em todas as safras e considerar o histórico de ocorrência de insetos;

Ficar atento à presença de cigarrinhas nas fases iniciais da lavoura, quanto mais cedo a planta for infectada, maior é a capacidade de danos econômicos nas lavouras. Dessa forma, o tratamento de sementes pode ser uma medida inicial para o manejo do vetor e, por consequência, da doença.

Fonte: Adapar

Fonte: Adapar

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