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Recados do programa: Top 10 - Felipe Kaplan

bom dia Eliseu aqui hoje Giovane da fazenda velha nova Laranjeiras estamos aqui no sítio Fagundes tirando leite e ouvindo a rádio educadora de segunda a domingo

Por Giovane Matos em 17/02/2019 às 07:08h
Programa Meu Paraná

Bom dia Elizeu segue estamos ouvindo umas modas agora e todos os dias de segunda a domingo aqui na fazenda velha nova Laranjeiras Giovane no sítio Fagundes

Por Giovane Matos em 17/02/2019 às 07:00h
Programa Meu Paraná

opa ze e indio boa tarde um abraço tamos na escuta e o frank eo pai abraço

Por Osmar Morelli em 16/02/2019 às 15:36h
Programa Rancho do Zé

valdinei roberto zdonek e familia quedas do iguaçu um abraço

Por Vinicius Chaves em 16/02/2019 às 14:26h
Programa Pediu Tocou

Taly, manda um abraço pra dona Odete Echer do Alto São João, que está com o rádinho ligado na 103,9 e tbm pra nós aqui do Candói que estamos trabalhando .. Abraço Charles Echer

Por Charles Echer em 15/02/2019 às 10:28h
Programa Super Manhã

Boa tarde manda um abraso pra minha mãe no cantagalo e manda um velho casarão aqui pra nós em virmond

Por Janaina Dancuk em 13/02/2019 às 14:26h
Programa Tarde Sertaneja

Boa tarde Tiago manda um abraço pra minha família la no acampamento recanto da natureza rio Verde para meu pai Ari Marcelino de Freitas minha Terezinha Martins minha irmã Andreia...tamo ligado em vocês aqui em venancio aires rio grande do sul...

Por Paloma Márcio em 12/02/2019 às 17:23h
Programa Rancho 103

Olá aqui é Adriana de Cantagalo manda um abraço pro meu pai Adao Padilha da linha caversnoso virmond e pra minha tia Eva Buskievicz que estão de aniversario hoje.

Por Adriana Silva em 12/02/2019 às 16:48h
Programa Super Tarde

Manda um abraço Carlos Adriano santa Catarina Camboriú.

Por Carlos Adriano em 12/02/2019 às 15:26h
Programa Super Tarde

BOM DIA, MANDA UM ABRAÇO PRA NOS, ESTAMOS TRABALHANDO DEPARTAMENTO DE ESPORTES DE RIO BONITO DO IGUAÇU, DIA 17 1º ETAPA DO CAMPEONATO PARANAENSE DE ROLIMA, AQUI NO RIO, MANDA UM FORTE ABRAÇO PRA RUDY, MARCOS E DALIRIA NA ESCUTA

Por Rudney Brecailo em 12/02/2019 às 09:10h
Programa Manhã 103

Talli bom diaaaaaaaa.... manda um som pra nós curtir e um mega abraço pra minha mãe Zilda e pro meu filho Théo Augusto que estão na escuta!! ÓTIMA SEMANA A TODOS NÓS :)

Por Gih Cristina em 11/02/2019 às 10:07h
Programa Super Manhã

net sem som!!!!!!!!!!!!!

Por Carla Bonfim em 07/02/2019 às 09:17h
Programa Manhã 103

TOMANDO UM CHIMARRAO AKI E OUVINDO VC AUDI . ELIZEU DO ESCRITÓRIO DE PROJETOS AGRICOLAS- WE PROJETOS AGRICOLAS. RIO BONITO MANDA UMA MUSICA A SUA ESCOLHA AI PARA NOS. OBRIGADO

Por Elizeu Wilczak em 06/02/2019 às 16:21h
Programa Super Tarde

oi talli manda um abraço pr anos da auto peças mang...

Por Mecanica Zolet em 05/02/2019 às 10:22h
Programa Super Manhã

shooow parabens pela competencia e pela simpatia

Por Mecanica Zolet em 05/02/2019 às 09:48h
Programa Manhã 103

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Brasil negocia cota maior para aço com os EUA

Internacionais

Em 02/05/2018 às 08:24 hrs

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Segundo fontes do governo, essa é uma das poucas alternativas que restam, depois que os americanos colocaram apenas duas alternativas sobre a mesa: cota ou sobretaxa

© DR© DR

O governo brasileiro avalia negociar com os Estados Unidos alterações no cálculo das cotas de exportação de aço e alumínio para diminuir prejuízos ao comércio por causa das sobretaxas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio anunciadas em março. Segundo fontes do governo, essa é uma das poucas alternativas que restam, depois que os americanos colocaram apenas duas alternativas sobre a mesa: cota ou sobretaxa.

As duas opções são consideradas ruins pelo governo e pelo mercado. A cota é uma forma de limitar as exportações estabelecendo volumes máximos a serem embarcados para os EUA. Já a sobretaxa eleva o valor pago pelo importador americano, o que pode inviabilizar as vendas para aquele mercado. O Brasil vinha defendendo, nas negociações, que não deveria sofrer nenhum tipo de restrição no comércio dos dois produtos. O principal argumento é que 80% do aço exportado para os EUA é semiacabado, ou seja, insumo para a indústria local. Os negociadores vinham nessa queda de braço até que, na última sexta-feira, os americanos avisaram que não havia mais tempo para negociação e que o País precisaria escolher entre cota ou sobretaxa. No fim da noite de segunda-feira, quando terminou o prazo dado por ele próprio para a conclusão das negociações com os países afetados pela sobretaxa, o presidente Donald Trump disse que havia fechado um acordo "em princípio" com o Brasil e que seriam necessários mais alguns dias para negociar detalhes.

Muito provavelmente, Trump se referia às cotas que eles propuseram ao Brasil e sobre as quais não tiveram resposta positiva. Mas, fora desse cardápio, aparentemente não há muitas opções, admitem fontes. Uma possibilidade seria questionar a medida norte-americana na Organização Mundial do Comércio (OMC). Não há decisão de governo quanto a isso.

"Precisamos esperar para ver como fica", disse ontem ao Estado o presidente da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Milton Rego. Ele confirmou que havia as duas opções sobre a mesa, mas não está seguro sobre o que acontecerá, agora que os Estados Unidos decidiram prorrogar o prazo das negociações.

No caso do setor de alumínio, a proposta americana era uma cota baseada na média das exportações dos últimos cinco anos. Esse volume, disse o executivo, não é suficiente nem para cumprir as vendas que já foram contratadas para este ano. Além disso, a cota proposta por eles é do tipo "hard", além da qual não se pode exportar mais nada. Por isso, segundo fontes, o setor tendia a optar pela sobretaxa. Rego não confirmou. Ele prefere esperar para ver se haverá alguma alteração na proposta americana.

Posição

Para o aço, a sobretaxa de 25% praticamente inviabiliza as vendas, segundo declarou várias vezes o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Mello Lopes. A entidade só deve se posicionar sobre o caso hoje. Também hoje, os ministérios das Relações Exteriores e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços deverão divulgar nota conjunta.Fontes ligadas ao governo informaram que, no caso dos produtos siderúrgicos, as cotas serão calculadas sobre a média exportada de 2015, 2016 e 2017, anos que foram ruins para o comércio exterior. Ou seja, são cotas baixas.

É nesse ponto que os técnicos acreditam haver espaço para negociação. Enquanto o Brasil ainda avalia o que fazer, a Argentina anunciou haver alcançado um acordo definitivo com os Estados Unidos, segundo o jornal Clarín. Ela ficará livre das sobretaxas, mas observará cotas para suas exportações. Porém, diferente do que ocorreu com a Coreia, que aceitou cotas cujo resultado foi um corte nas vendas de 30%, a Argentina diz ter conseguido uma cota de 180 mil toneladas de aço, 35% superior à média dos últimos três anos. Para alumínio, serão 130 mil toneladas, o que corresponde à média dos últimos três anos.

Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao Minuto

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