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Programação Educadora

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Recados do programa Programação Educadora

Boa tarde , manda um abraço para o passo liso, todo mundo ligado na educadora :)

Postado por Joao Idenio em 17/11/2018 às 15:27h

bom dia bom acordar ligar o radio eouvir uma boa musica da nossa terrinha emerson eletrecista

Postado por Emerson Gatopreto em 22/09/2018 às 07:04h

Bom dia Celso Júnior, depois que fomos conhecer o espaço do programa, com meus alunos. Está assim acordando cedinho para ouvir Festa na Roça. Obrigado pelo carinho com os ouvintes. Abraços da professora Eliani Porto Barreiro e alunos

Postado por Eliani Dal Moro em 15/09/2018 às 05:22h

coloca ai uma musica do enio cunha ai se vocês tem ai ..

Postado por Jose da Silva em 18/08/2018 às 10:16h

muito melhor agora com fm parabéns laranjeiras do sul e região por esse presente......

Postado por Jose da Silva em 18/08/2018 às 09:59h

Olá Antônio cruz estou te ouvindo via net aqui é o Fábio Barbosa manda um abraço pros meus pais la do santo Antônio n.l o senhor Barbosa e Adina Antonina estou com muita saudade. Pesso uma música do gaúcho da fronteira edisoque o VELHO gosta

Postado por Fabio Rodrigues Barbosa em 04/08/2018 às 18:54h

Olá Antônio cruz tudo certinho aqui só Fábio filho do barbosa estou escutando vc via Net aqui no mato grosso do sul são Gabriel do Oeste manda um abraço prós meus pais la no santo Antônio n.l. peso a música do gaúcho da fronteira edição que o velho gosta

Postado por Fabio Rodrigues Barbosa em 04/08/2018 às 18:51h

ola boa tarde estamos ouvindo o programa aqui em Marquinho gostaria que vcs se possível tocasse o casamento da baitaca ou qualquer outra dos fazendeiros e ofereço para todos aqui e para nosso povo da terceira idade aqui Um abraço para vcs ai. Roberto de Paula

Postado por Roberto de Paula em 07/07/2018 às 15:24h

Oiii Boa Tarde!!!!

Postado por Bruno Reverdosa Falcao em 23/06/2018 às 14:36h

boa tarde Antonio estamos aqui ouvindo seu programa ao vivo ,fazendo um risoto pra esquentar o frio mais a noite.Manda um abraço para minha cunhada la do rio bananas que esta aqui aproveitando o friozinho,Claudete gedak,meus sobrinhos Rennam, ea TAINA;SUA AMIGA SOLANGE GEDAK GOSTARIA DE OUVIR A MUSICA COM MUSICAL JM MADRUGADA GELADA

Postado por Solange Gedak em 02/06/2018 às 17:41h

oi boa tarde e o dinho um abraço pra voce e pra dupla tambem e o dinho kkkk

Postado por Osmar Morelli em 26/05/2018 às 16:36h

Aqui no Ireno Alves só dá educadora fm. Chegando mais longe agora. Estou estudando e ouvindo a 103.

Postado por Jéssica De Avila Follmann em 26/05/2018 às 09:36h

Estamos ligados na Educadora Fm. Chegando mais longe agora. Aqui estou estudando e ouvindo a educadora fm. Jéssica de Avila Follmann, Ireno Alves, Rio Bonito do Iguaçu.

Postado por Jéssica De Avila Follmann em 26/05/2018 às 09:33h

Qual o Zap da radio educadora?

Postado por Sidinei Goudinho Dos Santos em 12/05/2018 às 09:14h

Favor me passa o Zap da radio educadora.

Postado por Sidinei Goudinho Dos Santos em 12/05/2018 às 09:13h

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Brasil negocia cota maior para aço com os EUA

Internacionais

Em 02/05/2018 às 08:24 hrs

163 visualizações

Segundo fontes do governo, essa é uma das poucas alternativas que restam, depois que os americanos colocaram apenas duas alternativas sobre a mesa: cota ou sobretaxa

© DR© DR

O governo brasileiro avalia negociar com os Estados Unidos alterações no cálculo das cotas de exportação de aço e alumínio para diminuir prejuízos ao comércio por causa das sobretaxas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio anunciadas em março. Segundo fontes do governo, essa é uma das poucas alternativas que restam, depois que os americanos colocaram apenas duas alternativas sobre a mesa: cota ou sobretaxa.

As duas opções são consideradas ruins pelo governo e pelo mercado. A cota é uma forma de limitar as exportações estabelecendo volumes máximos a serem embarcados para os EUA. Já a sobretaxa eleva o valor pago pelo importador americano, o que pode inviabilizar as vendas para aquele mercado. O Brasil vinha defendendo, nas negociações, que não deveria sofrer nenhum tipo de restrição no comércio dos dois produtos. O principal argumento é que 80% do aço exportado para os EUA é semiacabado, ou seja, insumo para a indústria local. Os negociadores vinham nessa queda de braço até que, na última sexta-feira, os americanos avisaram que não havia mais tempo para negociação e que o País precisaria escolher entre cota ou sobretaxa. No fim da noite de segunda-feira, quando terminou o prazo dado por ele próprio para a conclusão das negociações com os países afetados pela sobretaxa, o presidente Donald Trump disse que havia fechado um acordo "em princípio" com o Brasil e que seriam necessários mais alguns dias para negociar detalhes.

Muito provavelmente, Trump se referia às cotas que eles propuseram ao Brasil e sobre as quais não tiveram resposta positiva. Mas, fora desse cardápio, aparentemente não há muitas opções, admitem fontes. Uma possibilidade seria questionar a medida norte-americana na Organização Mundial do Comércio (OMC). Não há decisão de governo quanto a isso.

"Precisamos esperar para ver como fica", disse ontem ao Estado o presidente da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Milton Rego. Ele confirmou que havia as duas opções sobre a mesa, mas não está seguro sobre o que acontecerá, agora que os Estados Unidos decidiram prorrogar o prazo das negociações.

No caso do setor de alumínio, a proposta americana era uma cota baseada na média das exportações dos últimos cinco anos. Esse volume, disse o executivo, não é suficiente nem para cumprir as vendas que já foram contratadas para este ano. Além disso, a cota proposta por eles é do tipo "hard", além da qual não se pode exportar mais nada. Por isso, segundo fontes, o setor tendia a optar pela sobretaxa. Rego não confirmou. Ele prefere esperar para ver se haverá alguma alteração na proposta americana.

Posição

Para o aço, a sobretaxa de 25% praticamente inviabiliza as vendas, segundo declarou várias vezes o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Mello Lopes. A entidade só deve se posicionar sobre o caso hoje. Também hoje, os ministérios das Relações Exteriores e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços deverão divulgar nota conjunta.Fontes ligadas ao governo informaram que, no caso dos produtos siderúrgicos, as cotas serão calculadas sobre a média exportada de 2015, 2016 e 2017, anos que foram ruins para o comércio exterior. Ou seja, são cotas baixas.

É nesse ponto que os técnicos acreditam haver espaço para negociação. Enquanto o Brasil ainda avalia o que fazer, a Argentina anunciou haver alcançado um acordo definitivo com os Estados Unidos, segundo o jornal Clarín. Ela ficará livre das sobretaxas, mas observará cotas para suas exportações. Porém, diferente do que ocorreu com a Coreia, que aceitou cotas cujo resultado foi um corte nas vendas de 30%, a Argentina diz ter conseguido uma cota de 180 mil toneladas de aço, 35% superior à média dos últimos três anos. Para alumínio, serão 130 mil toneladas, o que corresponde à média dos últimos três anos.

Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao Minuto

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