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Recados do programa HITS MEMORY 103

boa noite radio

Postado por Dionatan Marques em 19/09/2018 às 19:29h
Programa Hits Memory 103.

boa noite laranjeiras ta na 103.9

Postado por Cleber Pinto de Oliveira em 24/08/2018 às 20:57h
Programa Hits Memory 103.

sou o barti de galvao sc na audiencia do programa..parabens alguma do engenheiros do hawaii

Postado por Neri Barth em 01/06/2018 às 19:55h
Programa Hits Memory 103.

oi maninha tudo de bem aí em Belo Horizonte

Postado por Luidy Alcântara em 03/05/2018 às 20:26h
Programa Hits Memory 103.

eu quero ouvir roxette :)))

Postado por Elizangela Alcantara em 03/05/2018 às 19:08h
Programa Hits Memory 103.

helloooo Luidy, abração

Postado por Elizangela Alcantara em 03/05/2018 às 19:03h
Programa Hits Memory 103.

Oi toca toto africa um abraço adri guerra p

Postado por Adri Guerra em 27/04/2018 às 19:56h
Programa Hits Memory 103.

Está tocando agora HITS MEMORY 103

Com DJ Luidy até às 20:59h

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Moro assume investigação enviada pelo STJ e determina abertura de inquérito contra ex-governador Beto Richa

Política

Em 14/05/2018 às 07:52 hrs

136 visualizações

Beto Richa foi citado nas delações premiadas do ex-executivo da Odebrecht na região Sul, Valter Lana, e do ex-presidente do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht Benedicto Júnior

Moro assume investigação enviada pelo STJ e determina abertura de inquérito contra ex-governador Beto RichaMoro assume investigação enviada pelo STJ e determina abertura de inquérito contra ex-governador Beto Richa

O juiz Sérgio Moro assumiu as investigações a partir da Operação Lava Jato sobre o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB-PR) e determinou que a Polícia Federal (PF) abra um inquérito contra o ex-governador para apurar o suposto favorecimento à Odebrecht na licitação da PR-323, no noroeste do Paraná.

No despacho, o juiz deu prazo de 30 dias para que a PF e o Ministério Público Federal (MPF) dêem continuidade às investigações.

Na decisão, Moro afirmou que é dele a competência para julgar os fatos relacionados à campanha a reeleição de Beto Richa em 2014 porque nesse caso haveria suspeita de contrapartida com uma intervenção do governo do estado na licitação para as obras na rodovia.

No dia 26 de abril, o ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou o envio das investigações para o juiz Moro e para a Justiça Eleitoral do Paraná. O caso corre em segredo de Justiça.

Ao enviar o pedido, o ministro atendeu a um pedido da Procuradoria Geral da República feito depois que Beto Richa deixou o cargo de governador para disputar o Senado.

Como ele perdeu o foro privilegiado de governador no STJ, o processo segue agora na primeira instância.

Richa citado em delações

Beto Richa foi citado nas delações premiadas do ex-executivo da Odebrecht na região Sul, Valter Lana, e do ex-presidente do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht Benedicto Júnior, divulgadas no ano passado.

No despacho, Moro disse que "ainda no desdobramento das investigações, foi descoberta a existência, no Grupo Odebrecht, do asssim denominado Setor de Operações Estruturadas, consistente em um departamento específico encarregado, na empresa, de realizar pagamentos não-contabilizados, entre eles de vantagem indevida a agentes públicos".

Valter Lana e Benedicto Júnior disseram que Richa recebeu pelo menos R$ 2,5 milhões como caixa dois para a campanha eleitoral de 2014 porque consideravam que se tratava de um político promissor, mas que não houve uma contrapartida específica.

Conforme Benedito Júnior, os valores foram lançados internamente como despesas no projeto de duplicação da PR-323, na qual a Odebrecht atuou.

Moro cita ainda delações que tratam de pagamentos feitos a Richa em 2008 e 2010.

No despacho em que assumiu a investigação, Moro citou um terceiro executivo da Odebrecht - Luciano Antônio Bueno Júnior. De acordo com o juiz, Luciano Júnior declarou que o pagamento em 2014 estaria relacionado ao favorecimento do Grupo Odebrecht em licitação para a duplicação da rodovia.

Moro disse ainda que Luciano relatou que teria solicitado a Deonilson Roldo, então chefe de gabinete de Richa à época da reeleição, o apoio para possíveis interessados na licitação. Luciano teria dito ainda que teria recebido de Roldo a informação de que ele poderia ajudar e que ele [ Roldo] "contava" com o apoio da Odebrecht para a campanha de reeleição do governador em 2014".

Fonte: G1 Paraná

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