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Paraná registra morte por raiva humana depois de 31 anos, diz secretaria

Saúde

Em 21/06/2018 às 07:37 hrs

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Homem, de 24 anos, contraiu a doença em Ubatuba (SP), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa)

Paraná registra morte por raiva humana depois de 31 anos, diz secretariaParaná registra morte por raiva humana depois de 31 anos, diz secretaria

O Paraná registrou uma morte por raiva humana depois de 31 anos, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). O homem, de 24 anos, contraiu a doença no início de janeiro deste ano enquanto dormia por mordida de morcego na área rural de Ubatuba (SP), segundo a pasta.
Ele morreu em 9 de março em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), depois de procurar por atendimento, em 19 de fevereiro, com sintomas de agravamento da raiva, como febre alta, dor toráxica, formigamento pelo corpo e dor nos nervos, informou a Sesa.
“Desde 1987 não registrávamos casos e mortes por raiva humana”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi. Segundo ele, é importante que qualquer acidente com morcegos ou animais domésticos demandam a busca imediata de atendimento para evitar o agravamento.
A secretaria também afirma que o rapaz não procurou atendimento imediado na cidade paulista.
Na volta ao Paraná, o homem, que era morador de Colombo, também na RMC, buscou uma unidade de saúde em 15 de janeiro, quando houve a prescrição de quatro doses da vacina antirrábica. Ele, no entanto, tomou apenas duas doses, segundo a pasta. 

Confirmação
 
A Sesa explica que o caso foi acompanhado pela equipe da secretaria, com apoio da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e do Insituto Pasteur.
Foram feitos todos os exames definidos no protocolo do Ministério da Saúde para a doença, no entanto sem a confirmação laboratorial de raiva humana, informou a pasta.
Sem o diagnóstico laboratorial e depois de descartar outras doenças, foi confirmada a morte por raiva humana por critério clínico-epidemiológico.
A decisão, segundo a Sesa, foi compartilhada pelas duas secretarias envolvidas e pelo Instituto Pasteur depois da confirmação de presença de anticorpo da doença no líquor (líquido que banha o cérebro e a medula).

Fonte: G1 Paraná

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