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DJ Luidy

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Recados do programa: Ferro Velho

Boa tarde tali td bem gatona manda um oi pra nós aqui do Pv lucineia vieira na esculta

Por Lú Vieira em 03/02/2021 às 15:27h
Programa A Tarde é Show

Boa tarde, bom trabalho,Candói dele chuva kkkk.

Por Jorge Lopes em 28/01/2021 às 11:57h

Boa Tarde, uma ótima sexta feira

Por Jorge Lopes em 22/01/2021 às 12:19h
Programa Jornal Educadora

Manda alô aqui, minha querida, Edson Dolinski, Mamborê/PR, na Advocacia Dolinski, te ouvindo. Bjo!

Por Edson Dolinski em 22/01/2021 às 11:17h
Programa Super Manhã

Toca Anunciação- Alceu Valensa

Por Val Machado em 22/01/2021 às 09:00h
Programa Manhã 103

Bom dia. Estamos trabalhando na loja e ouvindo a 103 junto com minha bebê de 3anos, manda beijos a ela que fez aniversário dia 11/01, Barbara. Mamãe Valdirene Machado.

Por Val Machado em 18/01/2021 às 09:56h
Programa Manhã 103

Boa tarde. assistimos todos os dias: Jorge de Candói

Por Jorge Lopes em 14/01/2021 às 12:10h
Programa Jornal Educadora

SOU A ZERLI DE CASCAVEL GOSTARIA DE PEDIR UMA MUSICA MEU VELHO PAI OFEREÇO AO MEU PAISEU DAURI DO RIO BANANA QUE TA DE ANIVERSARIO HOJE

Por Zerli Quadros em 08/01/2021 às 14:11h
Programa A Tarde é Show

Bom dia para Roncador - Paraná e ao grande amigo celso jr um abraco do Eluir Ribeiro.

Por Eluir Jr. em 07/01/2021 às 09:49h
Programa Manhã 103

Bom dia! Aqui é o Guido Favero de Chopinzinho estamos ligado no bolicho Assando uma ponta de peito caprichada Toca pra nós o milagre do ladrao zilo e zalo

Por Willian Zuconelli Favero em 13/12/2020 às 12:01h
Programa Prosa e Gaitaço

Oi tio!!! É o Henry daqui do MT!!! Abraço pra vcs!!! Manda ou abraço para o povo la da casa!!! Fique com Deus!!!

Por Mara Souza em 03/12/2020 às 20:38h
Programa Ferro Velho

Super Manhã no ar

Por Luiz Lima em 01/12/2020 às 10:04h
Programa Super Manhã

bom dia toca agrofara

Por Daniel Tartari Santos em 23/11/2020 às 08:42h
Programa Manhã 103

Bom dia aqui e o Lucas Alves Quero mandar um abraço para minha família to acompanhando a radio por internet aqui de lages Santa Catarina

Por Lucas Alves em 22/11/2020 às 10:31h
Programa Bolicho do Galizé

Como está Guarapuava? Por favor

Por Cristiane Belloni em 15/11/2020 às 18:46h
Programa Laço do Peão

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Produção de carnes no Paraná tem ano de recordes em 2020

Agronegócio

Em 15/01/2021 às 08:16 hrs

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Mesmo em ano de pandemia, Estado se consolida como grande produtor de carnes e proteínas de origem animal. Produção e exportação têm resultados positivos

Produção de carnes no Paraná tem ano de recordes em 2020Produção de carnes no Paraná tem ano de recordes em 2020

O ano de 2020 foi marcado por números positivos de produção e exportação na cadeia de carnes e proteínas de origem animal. As projeções da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento e os dados já consolidados indicam que foi o melhor ano da história nas indústrias do setor e que houve salto no volume de exportações, com quase 2 milhões de toneladas comercializadas com outros países.

Esse movimento foi impulsionado pelo crescimento orgânico das cooperativas e agroindústrias, mesmo diante das incertezas da pandemia, e da demanda no mercado interno, turbinado pelo auxílio emergencial, e no mercado externo, com a Peste Suína Africana. O setor também foi positivamente impactado por programas estaduais como o Trator Solidário, Seguro Rural, Cartão Comida Boa, Descomplica Rural e o acesso a crédito.

Com as variações positivas, o Paraná se firma, cada vez mais, como maior produtor de frangos, segundo em suínos, ovos e no mercado leiteiro e entre os dez principais produtores de carne bovina, além de um dos maiores exportadores do País. O balanço dos números consolidados foi feito pela Secretaria da Agricultura e pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep).

“O Paraná é um celeiro de grãos, se mantém forte no mercado de carnes e valoriza a agricultura familiar. O ano foi desafiador em diversos segmentos, mas o agronegócio mais uma vez respondeu com aumento de produção, qualidade sanitária e tecnologia, o que garantiu a segurança alimentar da nossa população e de boa parte do mundo”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Ele destacou que as perspectivas são ainda mais otimistas para 2021 com o reconhecimento, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), de zona livre de febre aftosa sem vacinação, previsto para maio. O selo facilitará a abertura de novos mercados internacionais, impulsionando o setor produtivo interno. O governador também citou a consolidação do Descomplica Rural. Apenas em 2020 foram emitidas 20.021 licenças ambientais, crescimento de 13,5% em relação a 2019.

SETOR EM ALTA – Segundo o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o setor foi fundamental para evitar perdas mais severas da economia durante a pandemia. O agronegócio representa mais de 80% das exportações do Estado e mais de 34% do PIB estadual, além de 13% das exportações do agro nacional. O setor evoluiu 3,98% em negócios em 2020, somando proteínas, grãos e os demais produtos do campo, com resultado de US$ 11,62 bilhões líquidos (superávit comercial).

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio cresceu 15,66% nos três primeiros trimestres de 2020, no comparativo com o mesmo período do ano anterior. O resultado tem conexão com o aumento no volume produzido de soja, trigo e carnes, particularmente suínas e de aves, de acordo com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

“O agronegócio gera emprego, renda e dividendos ao Paraná. Especialmente no mercado de carnes, é um setor que investe em tecnologia, sanidade e qualidade, o que é reconhecido tanto nacional quanto internacionalmente”, afirmou Ortigara. “Estamos otimistas com os próximos anos. Haverá novos mercados, empregos e tudo isso com geração mais sustentável. O Paraná dá exemplo de qualidade ao mundo".

Esse bom momento, explicou o secretário, também foi impulsionado pelas cooperativas, que registraram em 2020 faturamento superior a R$ 100 bilhões pela primeira vez na história. A produção industrial de alimentos, recorte que engloba a proteína animal, cresceu 9,3% no Paraná entre janeiro e novembro, na comparação com o mesmo período de 2019.

“O resultado do agro paranaense tem muito a ver com a diversidade de produção e assistência técnica especializada do setor público e do setor privado, cada vez mais inseridos no processo de produção rural. O Paraná é destaque em produção, produtividade e qualidade”, disse Salatiel Turra, chefe do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

Segundo o economista Luiz Eliezer, da Faep, o aumento da produção foi uma resposta ao aumento da demanda, tanto nacional, levando em consideração o auxílio emergencial e o confinamento das pessoas, quanto internacional, com queda da produção em outros países, sobretudo na Ásia.

“O auxílio emergencial, por exemplo, levou renda a milhões de pessoas, que a empregaram sobretudo na alimentação, provocando o aumento de demanda por proteína animal. Fatores externos, como o câmbio, também ajudaram. Foi um ano bom para o agronegócio como um todo”, arrematou.

PORCO, FRANGO, OVOS – A maior variação foi na suinocultura, com aumento de 11,56% na produção entre janeiro a setembro de 2019 e o mesmo período de 2020, levando em consideração os dados já disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram 705.089 toneladas, contra 632.014 no ano anterior.

Com esse volume, o Paraná foi o segundo maior produtor do País, atrás apenas de Santa Catarina. O Estado deve alcançar 920 mil toneladas, segundo a Secretaria da Agricultura.

“O ano de 2020 foi bom, os números consolidados devem fechar em alta, com percentual até maior. Houve um aumento da demanda como resultado da pandemia, interna e externa, o que puxou o aumento da produção. Vamos crescer ainda mais neste ano”, destacou Edmar Gervásio, técnico do Deral especializado na suinocultura e na piscicultura. A projeção para 2021 é de alcançar 950 mil toneladas.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção brasileira de carne suína poderá alcançar até 4,3 milhões de toneladas em 2020, número 8% superior ao alcançado em 2019, com 3,983 milhões de toneladas. O Deral estima produção em 4,5 milhões. O consumo per capita acompanhou o crescimento vegetativo da população, estabilizado em 15,3 quilos/ano.

Na cadeia de frangos, na qual o Paraná é protagonista nacional, foram produzidas 3.323.280 toneladas de carne apenas até setembro de 2020, crescimento de 2,86% em relação a 2019, com 3.230.805 toneladas. A rede envolve mais de 20 mil granjas, 43 incubatórios e 45 indústrias de abate. São 69 mil empregos diretos. A projeção da Secretaria da Agricultura indica fechamento em 4,5 milhões de toneladas.

“O Paraná tem uma cadeia muito robusta, com acesso a milho e soja com menos interferência do mercado internacional, o que estabiliza o custo de produção. A alimentação representa mais de 70% desse mercado, e as commodities se valorizaram em 2020. Ou seja, mesmo em um ano complicado, os produtores paranaenses responderam com precisão”, afirmou Roberto Andrade Silva, técnico do Deral responsável pela avicultura.

A variação no mercado de ovos foi similar, de 3,81%, o que significa 269.448 dúzias em 2020 contra 259.554 dúzias no mesmo período de 2019. Em unidades, são 3,2 bilhões de ovos. O crescimento acompanhou uma alta no consumo per capita, que deve atingir 250 unidades por pessoa. A criação de galinhas está espalhada em 342 dos 399 municípios paranaenses.

A produção brasileira de carne de frango poderá alcançar até 13,8 milhões de toneladas em 2020, alta de 4,2% em relação às 13,24 milhões de toneladas produzidas em 2019, segundo a ABPA. A produção de ovos deve alcançar 53,5 bilhões de unidades produzidas em 2020, número 9,1% superior ao registrado em 2019, quando foram produzidas 49 bilhões de unidades.

“O mercado de ovos está animado porque é um produto mais barato, acessível para diversos perfis. Acabou o tabu em relação a essa proteína. O que falta é engrenar o mercado exportador, atualmente apenas cerca de 1% vai para a venda externa”, disse Silva. “Mas as perspectivas são boas, com crescimento de 3% a 6% por ano, estabilizando o consumo de frango em 47 quilos/anos e o de ovos em 250 unidades/ano”.

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