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Antônio Cruz

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Recados do programa: Tarde Sertaneja

Ola Bom Dia Loucutora Da Educadora, Sou O João pedro da Rosa Antunes EStou Escutando E Olhando Teu Programa Aqui Em Soledae Rio Grande Do Sul, E Quero mandar Um Abraço Ao Teu Colega, Antonio Crus!!

Por João Pedro Da Rosa Antunes em 03/08/2020 às 11:17h
Programa Super Manhã

Bom dia Tiago, estamos aqui na escuta manda um alo pra nos!

Por Lucas Goes em 03/08/2020 às 09:00h
Programa Manhã 103

BOM DIA .. QUERO PEDIR A MÚSICA RECAIREI COM BAROES DA PISADINHA. OFEREÇO PARA O PESSOAL DO DEPARTAMENTO DE ESPORTE DE RESERVA DO IGUAÇU. CIDE, TAMILA, BRUNINHO E JULIANO. BJS E MUITO OBRIGADA, ESCUTAMOS TODO DIA O PROGRAMA, SHOW DE BOLA.

Por Tamila Siqueira em 23/07/2020 às 09:20h
Programa Manhã 103

Bom dia Zé Moraes, sou Érico Freitas Fontanella, acompanhando o seu programa, vc é TAURA mesmo parabéns, se vc puder roda aí Um Pito, obrigado.

Por Érico Freitas Fontanella em 19/07/2020 às 12:50h
Programa Prosa e Gaitaço

Boa tarde aqui é o Hamilton zorzenão De Curitiba.. Curtindo aqui . Manda um alo pra minha família de Porto barreiro.. Valeu.. abraço

Por Hamilton Zorzenão em 18/07/2020 às 14:28h
Programa Pediu Tocou

Bom Dia Tiago manda um alo pra minha familha ai de laranjeiras e de nova laranjeiras. Edenilson Antonio Cofroski de Primavera do Leste MATO GROSSO.

Por Edenilson Cofroski em 03/07/2020 às 08:41h
Programa Manhã 103

boa noite luizinho luciano Microlan https://www.youtube.com/watch?v=Ozmoe6hSBzo

Por Luciano de Carvalho Polonio em 01/07/2020 às 19:33h
Programa Ferro Velho

Bom dia Sr. Toca a música Lobisomem do Arvoredo do Mano Lima , oferecendo pro Vereador de virmond Cleomar Demétrio (POCA), todinho, e o Felipe, do campo das crianças.

Por Felipe Guilherme Zimermann em 28/06/2020 às 09:16h
Programa Bolicho do Galizé

MANDE UM ABRAÇO PRA MEUS PAIS NO RIO BANANAS SEU DAURI E DONA MARIA BONFIM SUA FAN NUMERO UM SOU A ZERLI DE CASCAVEL

Por Zerli Quadros em 25/06/2020 às 14:16h
Programa Tarde Sertaneja

BOM DIA THIAGO MANDA UM ALO PRA NOS AQUI DA ADE VEICULOS ESTAMOS NA ESCUTA

Por Ade Neneve em 19/06/2020 às 08:16h
Programa Manhã 103

Eai Tiago manda um alo pra nos ai...aqui da Coprossel!

Por Lucas Goes em 18/06/2020 às 08:35h
Programa Manhã 103

Bom dia Tiago . Wilson aqui do Iguaçu abraços

Por Wilson Aires em 18/06/2020 às 07:45h
Programa Manhã 103

Bom dia Tiago, manda um abraço aqui pra nós da Norte Topografia em Candói, estamos ligados na E103 abraço Charles Echer

Por Charles Echer em 17/06/2020 às 09:34h
Programa Manhã 103

To na escuta Zé aqui em Lençóis Paulista SP, manda um abraço pro meu povo que está na escuta la na Estância Baía, forte abraço.

Por Marcielo Ramalho em 14/06/2020 às 11:40h
Programa Prosa e Gaitaço

Aqui é o Mussum do Posto Shell de Chopinzinho, ... manda um cacildis pra galera que está acompanhando o programa

Por Posto Shell em 07/06/2020 às 10:44h
Programa Bolicho do Galizé

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Queijo de Chopinzinho entre os melhores do mundo

Agricultura Familiar

Em 15/08/2019 às 07:59 hrs

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Realizado no último sábado (10), em Araxá (MG), o concurso contou com a participação de mais de 900 produtores de vários estados brasileiros e também de outros países, como Austrália, França e Itália

Queijo de Chopinzinho entre os melhores do mundo Queijo de Chopinzinho entre os melhores do mundo

Com alguns anos de muito trabalho, Claudemir Roos e Cleunice Kurpel de Andrade, de Chopinzinho, já conseguem colher os frutos dessa caminhada. O casal, que reside na comunidade de Mato Branco, resolveu ingressar no ramo de queijaria em 2012. No último

sábado (10), eles, que são proprietários da “Queijaria São Bento”, foram contemplados com a medalha Prata no Mundial Queijo Brasil 2019.

Realizada, em Araxá (MG), a iniciativa, em sua primeira edição, foi promovida pela associação sem fins lucrativos SerTãoBras — que defende a legalização do queijo de leite cru e a valorização do pequeno produtor rural — e pela Guilde Internationale des Fromagers, da França. Conforme o comissário geral do concurso, Élvio Rocha de Oliveira Sobrinho, foram 956 produtores candidatos, tanto de vários estados brasileiros, como também de outros países, como Austrália, França e Itália.

Os queijos foram avaliados em duas etapas. “Na primeira, foram julgados em mesas divididas por categorias de famílias tecnológicas de fabricação, segundo o regulamento. Na segunda etapa, o melhor queijo de cada mesa foi julgado novamente, no auditório do Cine-Teatro Tiradentes, no primeiro pavimento do hotel. Foi eleito o melhor queijo do concurso diante do público”, explica o site oficial do evento.

Os jurados avaliaram os quesitos: aparência, textura, sabor e aroma; sendo que os melhores receberam diplomas (medalhas de Super Ouro, Ouro, Prata e Bronze), conforme as suas pontuações. Além disso, os vencedores terão direito à utilização da logomarca do concurso na embalagem dos seus queijos.

Categorias

Ao todo, o concurso contou com 34 categorias, distribuídas entre “Leite de vaca”, “Leite de cabra”, “Leite de ovelha”, “Leite de búfala”, “Todos os tipos de leite”, “Especialidades queijeiras e criações” e “Queijos de Kefir”.

Dentro da produção de “Leite de vaca”, havia 14 categorias. Claudemir e Cleunice se inscreveram em duas: na Categoria 106, que consistia em Queijo de massa mole e casca lavada (tipo livarot, époisses); e na Categoria 107, que era a Massa prensada não cozida (tipo queijo minas artesanal, saint-nectaire).

Conforme o casal, eles foram premiados com “Prata” na categoria 106, que também é conhecido como “meia cura”. A queijaria do interior de Chopinzinho foi a única contemplada do Sudoeste do Paraná no concurso. Houve também outro produtor paranaense, na “Super Ouro”, mas de outra região.

História

Claudemir Ross e Cleunice Kurpel de Andrade são filhos de pequenos agricultores. Viveram durante as suas infâncias nas áreas rurais de São João e de Coronel Vivida, respectivamente. Claudemir, quando adolescente, resolveu fazer o curso Técnico em Agropecuária. Após se formar, em 1990, passou a atuar como técnico na cooperativa Coasul, em Chopinzinho, dentro de um projeto voltado à pecuária leiteira, onde supervisionava, com outros cinco profissionais, a qualidade do leite nas propriedades dos associados.

“Nesse projeto de fomento, tive a oportunidade de adquirir muito conhecimento. Inclusive, durante um período, houve uma parceria com um grupo de franceses, que nos auxiliaram com conhecimento, formação de dietas, e conseguimos estender isso às propriedades. Com isso, aprendemos o quanto é importante um equilíbrio na dieta para se ter um produto final — o leite — com qualidade”, explica.

Com esse trabalho desenvolvido na cooperativa, entre 1992 e 2003, despertou a iniciativa no produtor em atuar nessa atividade. Casou com Cleunice e foram residir na propriedade da família da agricultora, no interior de Coronel Vivida.

A princípio, o casal trabalhava com a produção de leite, vendendo para um laticínio vividense. Devido a vários fatores, eles decidiram mudar de ramo por um ano, com atividade de suínos, porém, após esse período, resolveram voltar e adquiriram a propriedade de 4,2 alqueires, na comunidade de Mato Branco, às margens da BR-158, em Chopinzinho. “Chegamos a Mato Branco em janeiro de 2012. Não tínhamos dinheiro para construir a casa, ficávamos acampados, com muitas dificuldades. Mas, com muito trabalho, começamos a fabricar queijo e fomos conquistando as nossas coisas”, conta Cleunice, acrescentando que dois, dos quatro alqueires são de eucalipto.

Para começar a produção queijeira, o casal adquiria leite de dois produtores e comercializava as peças de porta em porta. Contudo, Cleunice e Claudemir passaram a observar que a qualidade do produto não era padronizada, devido à matéria-prima. “Comprávamos 30 litros. Nós dois fazíamos o queijo na cozinha mesmo. Comecei ali a criar alguns tipos de queijos, depois passamos a comprar 50, 100 litros por dia. Mas não dava o resultado que queríamos; o queijo não ficava tão bom”, conta a produtora.

Assim, “fizemos o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e, com esse crédito, conseguimos aumentar nosso negócio aos poucos, compramos três vaquinhas e produzimos a matéria-prima do jeito que queríamos. Como Claudemir tinha todo o conhecimento em assistência técnica e com gado de leite, fomos ajustando a dieta. Já o conhecimento que eu tinha em queijo, no começo, era o básico que aprendi com a família. Produzíamos duas a três peças por dia naquele tempo”, acrescenta.

Atualmente são 16 animais em ordenha e a produção é de 300 a 350 litros de leite por dia — o rebanho é misto, composto por raças Holandesa, Jersey, Jersolanda e Pardo Suíço. “O crescimento dos derivados foi gradativo, sempre ia explorando e fazendo novidades, porque gosto de criar. Fui descobrindo os tipos de queijos e sabores, analisando os resultados. Hoje, produzimos mais de 15 derivados, como queijos colonial, tradicional, coalho, meia cura, amanteigado, temperado; além de nata, doce de leite, ricota e doce de leite”, enumera a produtora.

No começo, somente os dois trabalhavam na produção. Hoje são em sete pessoas. O casal trabalha nas vendas — feitas de porta em porta ou na própria queijaria na propriedade —, no administrativo e na fiscalização; dois cuidam das vacas e do leite; duas funcionárias são responsáveis pela produção; e outra funcionária atua na residência da família, anexa à queijaria e que está começando também na agroindústria, que tem o Serviço de Inspeção Municipal (SIM).

Prêmio

Essa é a segunda vez que a queijaria participa de um concurso — o primeiro foi promovido pelo Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), no ano passado. “A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) de Francisco Beltrão está fazendo um trabalho de pesquisa em relação ao queijo de leite cru. E eu participei de um curso, com um módulo de quatro meses. Com isso, formamos um grupo de queijeiros da região Sudoeste. E aí surgiu a oportunidade de participar do Mundial Queijo Brasil 2019, para que tivéssemos ideia de como estaríamos diante do cenário nacional de queijos artesanais. Mesmo com muita modéstia e falta de coragem praticamente, nos sentimos da obrigação de participar. Escolhemos dois queijos, que não foram preparados exclusivamente para o concurso. E enviamos para concorrer em duas categorias. Na noite de sábado soubemos que fomos classificados com a premiação ‘Prata’. Nos sentimos muito orgulhosos com essa novidade”, comemora Roos.

De acordo com Cleunice, o queijo premiado precisa de 30 a 40 dias para curar e estar pronto para consumo. Assim, foi produzido no mês de junho. “Essa premiação, esse selo que recebemos é muito mais importante do que qualquer dinheiro que pudéssemos ganhar. Isso é motivação pura para prosseguirmos e melhorar cada vez mais. E inspirar muito mais produtores, que estejam desanimados, pois sonhando e correndo atrás é possível realizar”, declara a produtora, finalizando que o céu é o limite.

Além da realização da SerTãoBras e da Guilde Internationale des Fromagers, da França, o evento contou com a correalização e promoção do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Instituto Antonio Ernesto de Salvo (Inaes) e Sindicatos.

Fonte: Diário do Sudoeste

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